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"Spin Madly On" theme by Margarette Bacani. Powered by Tumblr.

No nosso dia-a-dia a gente acaba absorvendo energias de todos os cantos. A gente acaba fazendo, do nosso corpo, abrigo para opiniões, sensações e emoções nem sempre positivas ou construtivas. A gente acaba sendo um misto do dia de cada um que cruzamos, que trocamos olhares, que esbarramos e que, principalmente, convivemos mais de perto. E quando as costas pesam, quando os olhos cansam, quando a cabeça dói não fisicamente, mas energeticamente, é necessário que a gente pare e preste atenção naquilo que oxigena nosso corpo e alivia nossa alma: a respiração. Respirar é lindo. É essencial. É um rito de paz. E ainda que façamos isso o tempo todo, involuntariamente, o ato de prestar atenção no ar que entra, limpa e sai é um mantra silencioso do qual todos nós necessitamos para descarregar o corpo das coisas ruins e prepará-lo para  absorver as positividades do dia seguinte. 

Que ar não lhe falte.

“Quando o destino fecha uma porta, poderíamos abrir uma garrafa de vinho. Quando o destino fecha uma porta, poderíamos abrir um livro. Quando o destino fecha uma porta, poderíamos abrir uma lata de leite condensado. Quando o destino fecha uma porta, poderíamos abrir uma amizade. Quando o destino fecha uma porta, poderíamos abrir nossas gavetas e arrumar a bagunça. Quando o destino fecha uma porta, poderíamos abrir a cabeça e parar de culpar o destino.” —Fabrício Carpinejar
“Se a gente já soubesse como vai ser a viagem, não perderia tanto tempo com bobagem e o meu peito poderia muito bem ser a tua moradia. Eu finjo que acredito no que dizem sobre o amor, eu finjo que é eterno, mas te peço, por favor, esquece tudo e vem passar comigo essa madrugada tão fria. Vê se não fica assustada quando eu digo… Eu nunca fui daqueles que fazem sentido.” —Visconde
“Não sei se ainda consigo fingir que isso não está me machucando. Ei, eu não sou tão fabulosa assim. Sofro meio calada no meu canto, não quero incomodar com o barulho do meu discreto soluço. Mas a verdade é que ando me sentindo sem valor. Parece que o mundo inteiro é mais legal, inteligente, sarado e bonito. E eu aqui, decadente, com o esmalte rosa pink descascado, um jazz contemporâneo invadindo a sala, o parmesão mofado na geladeira e um vinho que estava em promoção na taça rachada e suja de batom da Mac paraguaia. Eu e uma solidão assustadora. Eu e pensamentos estranhíssimos. Mas sou estranhíssima, vivo em um mundo estranhíssimo e gente assim tem vida estranhíssima, logo, pensamentos estranhíssimos. Então está tudo bem. Será que está mesmo? Será que estamos bem? Será que sobreviveremos? Será que sobreviverei? Não sei e nunca saberemos. Mas tento viver e renascer todos os dias. Pelo menos tenho consciência que não estou apenas sobrevivendo. O sobreviver aos dias é que deve ser amargo e quase deprimente. Sobreviver dói demais, pois o peso da vida é todo colocado em cima dos ombros. Viver e renascer, essa é a grande mágica, essa é a grande lógica, essa é a grande questão.” —Clarissa Corrêa
“Por favor, não me entenda mal. Não quero que você pense que meu coração é feito de lama congelada e cravejado de pregos enferrujados. Posso confessar? Chega mais pertinho, me dá um pouco de atenção, preciso daquele olhar amigo, cúmplice, que entende e acolhe todos os medos silenciosos e tolos. Ando um pouco assim, silenciosa e tola. Ando perdida, carente, repensando a vida e me perguntando até quando.” —Clarissa Corrêa