“E, então, ele cegou meu peito e ensurdeceu minha boca. Calou meus ouvidos para que eu sentisse, ao sussurro, teu cheiro colando em minha pele. Ele amendoou minha vida e me viciou em teus sonhos… e eu o quero. Mais do que nunca. Mais do que sempre. Mais do que qualquer querer já sentido, provado ou ouvido. O quero como a flor quer o cabelo da menina, e a vontade não procrastina. O quero agora… e como ele me quer. De forma pura e mansa, feito acalanto em noite de luar.”
—Clara Ayroza